A Walt Disney Co. teve prejuízo de US$ 20 milhões no segundo trimestre fiscal, revertendo lucro de US$ 1,27 bilhão no ano anterior. As receitas do conglomerado de mídia somaram US$ 22 bilhões entre janeiro e março, alta de 1,22% sobre o mesmo período de 2022.
“Olhando na companhia como um todo, fica claro que as iniciativas de reestruturação e crescimento que implementamos no ano passado continuam a dar resultados positivos”, diz Bob Iger, diretor-presidente da Disney, em nota. Ele destaca o desempenho dos parques e dos serviços de streaming.
A unidade de entretenimento da Disney, que inclui os estúdios, canais e as plataformas de streaming, viram queda de 5% nas receitas, a US$ 9,8 bilhões. Os parques tiveram alta de 10% no faturamento, a US$ 8,39 bilhões, enquanto a ESPN teve alta de 2%, a US$ 4,31 bilhões.
Segundo a companhia, os serviços de streaming de entretenimento tiveram lucro operacional pela primeira vez, US$ 47 milhões, enquanto as receitas subiram 13%, a US$ 5,64 bilhões. A Disney+ teve alta de 6% nos assinantes, a 117,6 milhões. Contando com o Hotstar, da Índia, o número de assinantes sobe para 153,6 milhões.
O lucro da Disney no segundo trimestre fiscal foi impactado por conta de uma baixa contábil de US$ 2,05 bilhões relacionados ao serviço Star India e seus canais lineares de entretenimento. O lucro operacional da companhia foi de US$ 3,84 bilhões, alta de 17% na comparação anual.
