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Bruno Peixoto põe dois critérios na sucessão da Alego e descarta neutralidade

Bruno Peixoto põe dois critérios na sucessão da Alego e descarta neutralidade
Foto: Alego

Presidente defende que o próximo comandante da Assembleia seja um deputado reeleito da base governista; oito nomes aparecem entre os possíveis concorrentes

A disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) ganhou uma sinalização de Bruno Peixoto: seu apoio deverá considerar a experiência na atual legislatura e o alinhamento com o governo estadual. Eleito deputado federal, o presidente da Casa defendeu que o sucessor seja escolhido entre os parlamentares reeleitos que integram a base governista. Segundo ele, essa posição já foi apresentada ao governador Daniel Vilela, com quem conversou sobre o processo de sucessão.

Ao explicar sua preferência, Bruno destacou que a familiaridade com o funcionamento do Legislativo deve pesar na escolha. Na avaliação do presidente, os deputados que permanecerão na Casa já conhecem os procedimentos internos e a dinâmica de relacionamento construída durante sua gestão. “Minha sugestão é para que seja um dos deputados reeleitos. Eles já conhecem as atividades da Casa, os trâmites e a abertura que tivemos com os deputados aqui”, afirmou. Ele também relatou manter conversas diárias com parlamentares que correspondem ao perfil defendido.

O grupo reúne 15 deputados: Alessandro Moreira e Anderson Teodoro, do PRD; André do Premium, Talles Barreto, Virmondes Cruvinel e Wilde Cambão, do União Brasil; Cairo Salim, Charles Bento, Dr. George Morais, Issy Quinan, Lineu Olímpio e Paulo Cezar Martins, do MDB; Henrique César, do Podemos; Jamil Calife, do Progressistas; e Wagner Neto, do Solidariedade. A relação delimita o campo de preferência apresentado por Bruno, mas não representa uma lista de candidaturas formalizadas.

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Entre esses parlamentares, oito são apontados nos bastidores como possíveis concorrentes ao comando da Assembleia: Cairo Salim, Charles Bento, Issy Quinan, Jamil Calife, Paulo Cezar Martins, Talles Barreto, Virmondes Cruvinel e Wagner Neto. As articulações envolvem a busca de apoio na federação União Progressista e entre os demais partidos governistas. Nesse cenário, atender aos critérios defendidos pelo atual presidente constitui uma credencial política, mas a viabilização de cada nome depende das negociações entre os deputados.

Embora tenha evitado anunciar um favorito, Bruno afirmou que participará da discussão sobre o futuro da Casa. Questionado sobre quem poderá receber seu apoio, respondeu que já havia informado as características desejadas. O presidente também mencionou os diferentes períodos de convivência com os possíveis sucessores, observando que mantém relações de trabalho com alguns deles há quatro, oito ou mais anos.

Bruno avaliou que os integrantes do grupo têm condições de conduzir o Legislativo e dar continuidade às atividades da Assembleia. “Todos estão preparados, têm capacidade para manter os trabalhos da Casa”, declarou. Sem individualizar seu apoio, reforçou a preferência por um parlamentar reconduzido ao mandato. A manifestação estabelece a posição do atual presidente nas negociações, enquanto a definição de um candidato permanece em aberto.