Gustavo Mendanha visita Feira do Garavelo e defende mais microcrédito para pequenos negócios
O candidato ao Senado Gustavo Mendanha visitou neste domingo (6) a Feira do Garavelo, em Aparecida de Goiânia, onde conversou com feirantes, comerciantes e moradores da região. Durante a visita, ele defendeu o fortalecimento das linhas de microcrédito para pequenos negócios como uma das formas de estimular a geração de renda e dar melhores condições para quem trabalha por conta própria.
A relação de Mendanha com as feiras vem de muito antes da campanha. Morador de Aparecida, ele mantém o hábito de frequentá-las e mora a duas ruas do local onde acontece, todas as sextas-feiras, a feira do Centro da cidade. Essa convivência, segundo ele, permitiu acompanhar de perto dificuldades comuns a quem depende do próprio negócio para sustentar a família.

“Eu convivo com feirantes há muitos anos. Conheço gente que acorda de madrugada, compra a mercadoria antes de vender e precisa fazer o dinheiro girar toda semana para continuar trabalhando. Muitas vezes não falta disposição para crescer. Falta acesso a um crédito que seja possível pagar e que esteja adequado ao tamanho daquele negócio”, afirmou.
Mendanha disse que esse contato também ajuda a enxergar a geração de emprego e renda para além das grandes empresas. Para ele, uma política voltada ao crescimento econômico precisa alcançar quem tem uma banca na feira, uma pequena loja, trabalha como microempreendedor ou mantém um negócio familiar.
Mais crédito para quem trabalha e produz
A proposta defendida por Gustavo é ampliar e aprimorar os programas de microcrédito produtivo destinados a microempreendedores e pequenos negócios. O foco são valores menores, que possam ser usados para comprar estoque, adquirir ou trocar equipamentos, melhorar a estrutura do empreendimento e reforçar o capital de giro.
O modelo também prevê o fortalecimento de fundos garantidores, que podem reduzir o risco das operações e facilitar a concessão de crédito em melhores condições. Bancos e cooperativas continuariam responsáveis pela análise e pela liberação do financiamento. A orientação ao empreendedor poderia envolver questões práticas como formação de preço, controle de estoque, fluxo de caixa, formalização, tributação e vendas digitais.
“Às vezes o pequeno empreendedor não precisa de R$ 200 mil ou R$ 300 mil. Precisa de R$ 5 mil, R$ 10 mil ou R$ 20 mil para comprar mais mercadoria, trocar um freezer, melhorar a barraca ou atravessar um período de menor movimento. É esse crédito menor, com condições adequadas, que pode fazer diferença na vida de muita gente”, disse.
O que um senador pode fazer
No Senado, Mendanha pretende atuar diretamente na discussão e aprovação do Orçamento da União para defender mais recursos para programas de microcrédito e instrumentos que facilitem o financiamento dos pequenos negócios. Também poderá trabalhar no aprimoramento da legislação dos programas e dos fundos garantidores, além de fiscalizar sua execução.
Outra frente será a articulação com o governo federal e com as instituições responsáveis pela concessão do crédito. Mendanha afirma que pretende usar sua capacidade de diálogo para defender essa agenda independentemente de quem estiver na Presidência da República.
“Senador não empresta dinheiro e não administra banco. O nosso trabalho será criar as condições para que esse crédito exista, defender recursos no orçamento, melhorar as regras e cobrar para que os programas funcionem. E vou dialogar com qualquer governo federal para defender quem trabalha e empreende em Goiás”, afirmou.

