Uma espécie de dever profissional acompanhava o então jovem produtor musical Dody Sirena em 1981: a leitura diária do jornal “O Globo”. O que, na Porto Alegre daquela época, demandava certa logística. Como os demais diários, “O Globo” era levado à capital gaúcha por avião e chegava um dia depois de publicado. Só era possível adquiri-lo dois dias depois da data publicada na capa. Antes isso, porém, do que ficar alheio à vibrante cena cultural carioca, numa época em que artistas se apresentavam sob as estrelas no Morro da Urca no Noites Cariocas.
