No fim de novembro, em um hotel no centro financeiro da Alemanha, os protagonistas da maior disputa corporativa em curso no Brasil sentaram-se frente à frente pela primeira vez em mais de cinco anos, num esforço de conciliação. No sofisticado e burlesco Roomers Frankfurt, estava em jogo o destino da produtora de celulose Eldorado, cujo venda foi assinada em setembro de 2017, um negócio de R$ 15 bilhões que movimenta diferentes tribunais. Hoje, além do controle da companhia brasileira, seus dividendos são motivo de briga.

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