A falta de consenso sobre um nome para assumir a Petrobras foi um dos fatores que pesaram para manter no cargo, ao menos por ora, o presidente da companhia, Jean Paul Prates. Nas últimas semanas, o CEO da estatal foi alvo de pressões por parte de integrantes do próprio governo federal, e a demissão dele era dada como certa até o início desta semana. No entanto, o processo de fritura pública de Prates — vocalizado inclusive por ministros do alto escalão da Esplanada — não agradou ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

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