O secretário extraordinário do Ministério da Fazenda para a reforma tributária, Bernard Appy, afirmou que a estimativa da alíquota média dos tributos sobre o consumo na reforma tributária está em 26,5%.
“A estimativa é muito próxima do que tinha antes. Com o desenho, de 25,7% a 27,3%, com uma média de 26,5%. A referência é a media, mas a expectativa é que seja ainda menor”, afirmou Appy ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), após o ministro formalizar a entrega do projeto de regulamentação da reforma tributária ao Congresso.
Segundo o chefe da equipe econômica, o sistema digital nos novos impostos sobre valor agregado, que vão possibilitar uma queda na evasão de impostos e aumentar a base tributária, tendem a fazer com que essa alíquota seja ainda menor.
Haddad ainda afirmou que o conjunto de benefícios da reforma tributária do consumo é “inestimável”.
Ele também afirmou que as empresas “não têm hoje ideia de quão simplificado será o sistema”. “Teremos sistema tributário totalmente digital, com objetivo, exatamente, de com a ampliação da base de contribuintes, possamos ter alíquota mais razoável”, disse Haddad.
