window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'AW-18379034217');

Daniel Vilela abre mais de 20 pontos e Marconi enfrenta alta rejeição em nova pesquisa para o governo de Goiás

Daniel Vilela abre mais de 20 pontos e Marconi enfrenta alta rejeição em nova pesquisa para o governo de Goiás

Governador chega a 45,1% das intenções de voto, enquanto ex-governador marca 23,2% e registra a maior rejeição entre os principais candidatos

A corrida pelo Governo de Goiás começa a desenhar um cenário cada vez mais favorável ao governador Daniel Vilela (MDB). Levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (11), aponta o emedebista na liderança isolada, com 45,1% das intenções de voto no cenário estimulado. Daniel aparece 21,9 pontos percentuais à frente do ex-governador Marconi Perillo, que soma 23,2%. O senador Wilder Morais ocupa a terceira posição, com 15%.

Na sequência aparecem Luis Cesar Bueno, com 3,4%, Luciana Amorim, com 1,6%, e Danilo Pinheiro, com 1,5%. Os números mostram uma distância significativa entre os dois primeiros colocados e os demais concorrentes.

Daniel mantém patamar elevado

A série histórica apresentada pelo levantamento mostra que Daniel Vilela permanece próximo dos 45% das intenções de voto desde julho. Naquele mês, o governador tinha 44,4%. Em agosto, avançou para 45,8% e, agora, aparece com 45,1%. A pequena oscilação em relação à pesquisa anterior não altera o quadro de liderança. O dado mais relevante é a distância em relação ao segundo colocado. Daniel mantém mais de 20 pontos de vantagem sobre Marconi, indicando um cenário de vantagem consistente neste momento da disputa.

- Parceiros -

Marconi registra nova queda

Enquanto Daniel permanece estável em um patamar elevado, Marconi Perillo apresenta trajetória descendente nos três levantamentos. O ex-governador registrava 25,4% em julho. Em agosto, caiu para 24,9% e, agora, aparece com 23,2%.

A redução ganha importância quando analisada em conjunto com a rejeição. Marconi é o candidato com o maior índice entre os nomes testados: 40,9% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O percentual representa mais do que o dobro da rejeição registrada por Daniel Vilela, de 16,8%, e também supera amplamente o índice de Wilder Morais, de 16,7%.

O dado impõe um desafio adicional ao ex-governador, que, além de tentar recuperar espaço nas intenções de voto, precisa reduzir a resistência de uma parcela expressiva do eleitorado.

Wilder avança, mas ainda está distante da liderança

Wilder Morais é o candidato que apresenta crescimento mais consistente entre os principais nomes na série apresentada pelo levantamento. O senador tinha 11,5% em julho, passou para 13,2% em agosto e chegou a 15% agora.

Apesar da evolução, Wilder permanece na terceira colocação e está 30,1 pontos percentuais atrás de Daniel. O desempenho indica crescimento de sua candidatura, mas ainda não representa uma aproximação significativa em relação aos dois primeiros colocados. Com a eleição se aproximando, a capacidade de ampliar sua presença no eleitorado será um dos principais desafios do senador.

Daniel também lidera na pesquisa espontânea

A vantagem do governador não aparece apenas quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. No cenário espontâneo, em que o eleitor precisa indicar por conta própria em quem pretende votar, Daniel também ocupa a primeira posição. O governador registra 24%, contra 9,9% de Marconi Perillo e 6,3% de Wilder Morais. O levantamento, contudo, mostra que ainda existe um contingente expressivo de eleitores sem uma escolha definida. Ao todo, 52,8% não souberam responder ou não indicaram espontaneamente um candidato.

O índice revela que uma parcela importante do eleitorado ainda pode mudar de posição durante a campanha. Ao mesmo tempo, a liderança de Daniel na modalidade espontânea indica que seu nome já está presente de maneira significativa na memória eleitoral dos goianos.

Rejeição vira ponto de atenção para Marconi

Entre os indicadores da pesquisa, a rejeição é um dos que mais chama atenção. Os 40,9% atribuídos a Marconi colocam o ex-governador diante de um obstáculo relevante para uma eventual recuperação. Em uma disputa eleitoral, um índice elevado de rejeição pode limitar a capacidade de crescimento de uma candidatura, principalmente quando o eleitorado ainda apresenta elevado grau de indefinição. Daniel aparece em situação diferente. Com 16,8% de rejeição, o governador está 24,1 pontos abaixo de Marconi. Wilder apresenta índice semelhante, com 16,7%. A diferença sugere que, no momento, os dois nomes com menor rejeição possuem maior margem para buscar eleitores além de suas bases já consolidadas.

Cenário ainda pode mudar

Apesar da vantagem apresentada por Daniel Vilela, os números refletem o momento em que a pesquisa foi realizada e não representam resultado definitivo da eleição.

O percentual de eleitores que ainda não manifesta preferência espontânea mostra que há espaço para alterações ao longo da campanha. A consolidação das candidaturas, o início efetivo das campanhas, os debates e a exposição dos candidatos podem influenciar a decisão do eleitorado.

Por enquanto, porém, o levantamento aponta uma combinação favorável ao governador: Daniel lidera com folga na pesquisa estimulada, também aparece à frente na espontânea e apresenta índice de rejeição significativamente inferior ao de Marconi.

A pesquisa do Paraná Pesquisas ouviu 1.248 eleitores em 61 municípios de Goiás. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-03096/2026.

Os resultados retratam as intenções de voto no período da realização das entrevistas e podem sofrer alterações até a eleição.