Perto das 9h0, o dólar comercial era negociado em alta de 0,03%, cotado a R$ 4,9563, enquanto o contrato futuro para abril da moeda americana avançava 0,02%, a R$ 4,9680. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,01%, aos 103,853 pontos.
Já no mercado de juros futuros, no mesmo horário indicado acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 oscilava de 9,89% do ajuste anterior para 9,94%; a do DI para janeiro de 2026 passava de 9,715% para 9,745%; a do DI para janeiro de 2027 avançava de 9,92% para 9,945%; e a do DI para janeiro de 2029 saía de 10,36% para 10,38%.
No fim de semana, o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou entrevista com Campos Neto, em que o chefe da autoridade monetária voltou a dizer que não há uma certeza do processo desinflacionário amplo, justificando, assim, as taxas de juros em campo restritivo. Pela manhã de hoje, o chefe do BC participará de evento da Associação Comercial de São Paulo, às 10h (horário de Brasília).
Como aponta a MCM Consultores, em nota, os resultados dos PMIs da indústria americana contradizem os resultados melhores das pesquisas sobre a indústria dos distritos do Fed em Nova York, Filadelfia, Kansas e Richmond. Resta agora acompanhar os próximos dados de emprego nesta semana e as sinalizações dos integrantes do Fed. Hoje é Patrick Harker, do Fed Filadélfia, quem deve fazer discursos.
